Crianças e Natal na pandemia: como evitar frustração

E+ Mamãe, vamos brincar? Não aguento mais essa pergunta!

#0243 | Quarta, 18 de novembro de 2020

Bom dia Mater! Hoje olhei o calendário e experimentei aquela sensação pandêmica típica. O tempo está passando rápido ou devagar? Se é difícil falar do tempo, do espaço é bem fácil. Estou passando o ano todo literalmente em casa…😑🏡🤣


Mamãe, vamos brincar?

As crianças não têm culpa de nada nessa pandemia. Estão crescendo e querendo explorar o mundo, está tudo certo. A brincadeira deve ser a prioridade na infância, afinal, brincar é coisa séria. É por meio da brincadeira que elas dão sentido ao mundo, desenvolvem o corpo e a inteligência. Mas cabe aqui um desabafo. O brincar mais valioso é aquele entre as próprias crianças e, tolhidas dessa experiência, os pais viram os amigos. Perdi a conta de quantas vezes escutei esse ano “mamãe, vamos brincar?”. 

É só uma fase?

Só que cansou. E olha que eu sou uma mãe que sempre gostou de inventar! Pintei rolinhos de papel higiênico, me escondi em todos os cantos da casa no esconde-esconde, comprei um novo jogo de cartas (o Dobble, recomendo muito!), plantei sementes no jardim. Mas eu sou uma adulta e nem sempre brincar é divertido. Atualmente eu escuto a pergunta e fico arrepiada “ah não, de novo não…!”. Acho que é uma fase e daqui a pouco vou gostar de brincar de novo. Procuro lembrar que a primeira infância vai só até os 7 anos e que sou responsável por cuidar do que é essencial para meu filho. Mas que eu queria escutar menos essa demanda, ah, isso é verdade!


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Pequenos guerreiros

Ontem, dia 17 de novembro, foi o Dia Mundial da Prematuridade. Esta foto foi feita na UTI Neonatal do Hospital Regional do Baixo Amazonas (PA), referência em assistência à prematuridade. Vários bebês participaram dos cliques em homenagem ao Novembro Roxo, mês em que são realizadas ações de prevenção e reflexão sobre a prematuridade. Que cresçam saudáveis e cheios de vida!

Imagem: COMUNICAÇÃO /PRÓ-SAÚDE


“Os pequeninos, quando começam a falar, têm um senso de igualdade com as coisas. Alguns psicanalistas falam de um pensamento sincrético, que não elege um status. Eles têm um sentimento profundo de igualdade com os seres.”

Gandhy Piorski, pesquisador das práticas da infância


5 frases para ajudar as crianças a lidarem com a frustração do final de ano

Talvez não dê para visitar Papai Noel, mas há outras boas ideias!

O fim de ano ainda é uma incógnita em 2020. Vamos ter festa de Natal juntando toda a família? Viagem de ano-novo? Férias com os primos? Conforme converso com as famílias percebo que ninguém consegue exatamente planejar como será o final do ano. Segunda onda na Europa, algumas escolas abertas outras fechadas, incertezas para todos os lados. Neste cenário é bem possível que o final de ano seja atípico para as crianças. Estas frases podem ajudar a lidar com a frustração que elas sentirão.   

1.“O que podemos fazer para tornar este ano especial?"

Quando seu filho reclamar que não é justo não poder ir para a casa da vovó ou que as férias serão chatas, tente ajudá-lo a identificar algo que é importante para ele e que ainda dá para fazer. Pode ser uma atividade favorita que é possível realizar ou algo novo e divertido. 

2."E se em vez de fazermos isso, tentarmos ..."

Ajude seu filho ou filha a identificar atividades de substituição que tenham o mesmo resultado que as tradições que você tem que pular este ano. Não dá para visitar o Papai Noel no shopping? Talvez vocês possam escrever uma carta para ele juntos. Os primos não farão a visita? Talvez você possa fazer uma chamada Zoom e jogar Uno com eles. Seja criativa e encontre maneiras de substituir os favoritos da família. 

3."Você sabe o que podemos finalmente fazer este ano?"

As férias são lotadas e estressantes na maioria dos anos. É provável que haja algo que você ou seu filho sempre quiseram fazer, mas nunca tiveram tempo. Talvez seja ficar de pijamas o dia todo porque você não precisa visitar parentes, talvez seja fazer sorvetes de vários sabores ou então ler todas os livros com histórias de férias na varanda. Este é o ano para desenvolver atividades inéditas! 

4."Vamos pensar na sorte da nossa família este ano."

2020 está sendo um ano difícil e todos nós tivemos que nos ajustar. Independentemente do quanto seu mundo mudou, sua família tem sorte em alguma (ou muitas!) coisas. Use este ano como uma chance de valorizar tudo o que sua família tem. Você se manteve saudável? Teve pessoas que a ajudaram nos momentos críticos? Manteve o emprego? Teve mais tempo em família? Seja o que for, procure pelo que você pode ser grata este ano e faça um esforço consciente para ajudar seus filhos a verem isso também. 

5. “O que podemos fazer para ajudar outra família?”

Resiliência e positividade nascem da reformulação do pensamento. Depois de perceber a sorte da família, talvez você possa cozinhar um lote extra de biscoitos ou comprar um presente para uma família que teve um ano mais difícil do que o seu. Ou então escrever cartões de Natal e enviá-los para pessoas no hospital ou lares de idosos. Pense em algo que vocês podem fazer juntos para tornar este feriado especial para você e para outra pessoa.


Passarinhos do Brasil, de Lalau e Laurabeatriz, é um livro todinho só para essas criaturas mágicas da natureza. São dezenas de passarinhos que vieram das diferentes regiões do país: mata atlântica, floresta amazônica, cerrado, caatinga, pantanal e pampas. Cada um com sua alma colorida e um poema no bico! As ilustrações alegres são um convite para que observemos os passarinhos depois da leitura terminar. 

Editora Peirópolis  

48 páginas


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Meu nome é Livia Piccolo e sou mãe do Raul, de 4 anos. Trabalho como roteirista e dramaturga. Sou apaixonada por boas histórias e por uma comunicação real e afetiva. Quero conversar com você e compartilhar tudo o que pudermos nesta incrível jornada que é ser mãe.

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